sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Beethoven - PARA QUEM GOSTA



                                               - - - -------- Ver em tela cheia ------- - - /


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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

TERGI_VERSO




Tergi_Verso

Das categorias aristotélicas
às kantianas verdades
apriorísticas ou a posteriori.

Das dialéticas socráticas
à convergência na complexidade
do Teillard de Chardin.

Da engeliana dialética
à hegeliana espiritualidade
pré-materialista.

Tudo isso não abole
por mais que bula,
receita, dogma, potência e ato,
o hiato do ser como é,
diferente da abstração
que o conceitua!...

Mudo os paradígmas,
muda o mundo,
e o mundo muda mudo...

Penso que sou dono da verdade
e nesse momento juro existir um touro
entre a cerca e o muro.
E tudo faço como
se ele existisse
e até subiria em coqueiros
que vejo no meu estrabismo
de bêbado que sou,
como você, a vida inteira.

E tudo é como é,
do amigo Zé,
o touro que não existiu.

Mas somos
o touro e eu indissociáveis
quando penso: ele existe.

Essências que não conheço...
Relações que percebo
ora verdadeiras e falsas
ambiguamente...

Eu sou somente
aquilo que sou ou penso ser
quando tudo que não pensa, é!
como não pensa que é...
tão simplesmente.

Mas também não precisaria
beber a vida inteira
para descobrir
que a vida é bebedeira.

Marco Bastos





segunda-feira, 26 de novembro de 2012

FOGO DE MUCUGÊ


SINCORÁ
(Blog do autor onde primeiramente essa matéria foi postada)






Ruínas em Igatú - Xique-Xique - Chapada Diamantina (MB)





Cachoeira - Chapada Diamantina Meridional




Rua e casas - Mucugê/Ba. (MB)



Vista Parcial - Mucugê/Ba. (MB)



Vale do Pati - Chapada Diamantina Meridional.


Morro do Pai Inácio - Palmeiras/Ba. Chapada Diamantina.


Pé de Sempre-Viva, Mucugê/Ba.



Sede da Filarmônica 23 de dezembro, Mucugê/Ba (PA).



Pedra da Letra - Cruzeiro do tio Alfredo - Mucugê. (MB)



Jardim da Casa de Lacimi - Mucugê (MB)



Sala na casa de Lacimi - Mucugê (MB)


Mar d´Espanha (PA)

UM POUCO DE HISTÓRIA

Fogo de Mucugê
Cidade foi a única do interior da Bahia a conseguir enfrentar a Coluna
Flávio Novaes

O homem do garimpo e o comerciante já estavam a postos, bem escondidos nas pedras. O primeiro com uma repetição papo-amarelo, o segundo com um fuzil. “"É vem, é vem!!”", disse, assustado, e com o coração batendo a mil, Chiquinho de Laurinda. “"Aqui eles não entram!”", respondeu Anísio Paraguassu. E não entraram. Mucugê, na Chapada Diamantina, foi uma das poucas cidades no Brasil da Velha República que conseguiu resistir à fúria revolucionária da Coluna Prestes. O tiroteio que durou quase todo o dia resultou em importantes perdas para os homens que vinham do Sul, certos que mudariam o país com a tática da guerra de movimento. O fogo de Mucugê, ou combate da Volta do Morro, foi mais um capítulo da triste passagem pela Coluna por terras baianas. Sempre vencedor na maior parte das batalhas que enfrentou pelo país, Prestes e seus seguidores somaram reveses no estado, contribuindo para a retirada dos revoltosos rumo ao exílio na Bolívia.


Na refrega, a Coluna perdeu o tenente Leopoldo Ribeiro Júnior, telégrafo do grupo. Atingido gravemente no combate, viajou baleado em uma padiola até morrer no dia 9, na Fazenda Zabete, no povoado Coxó dos Malheiros, atual Iraquara. Povoado por milhares de garimpeiros que corriam em busca das pedras nas lavras e tendo a mão forte do coronel Antonio Landulpho Medrado, o Dôca Medrado, o município foi palco de uma bem armada emboscada para o capitão e sua turma. Uma vanguarda da Coluna, sob o comando de Ary Salgado, foi recebida a tiros vindos de todos os lados, inclusive do cemitério Bizantino, situado na entrada da cidade, nas primeiras horas em que o sol apareceu, tímido, envolto por uma neblina, em 7 de maio de 1926.


Situada entre serras, a mil metros de altitude, a pequena e bela cidade da Chapada contava, naquela época, com aproximadamente 20 mil habitantes. Sua localização era fundamental para a passagem da Coluna rumo a Salvador. Era, também, um dos mais importantes centros comerciais do interior baiano, onde o dinheiro não era problema graças à fartura das pedras. A cidade, cercada por garimpos e fazendas, era o ponto de reunião dos trabalhadores no final de semana, principalmente no sábado, dia da feira.


E foi justamente na véspera, numa sexta-feira, quando homens, mulheres e crianças se preparavam para encontrar no centro da cidade as delícias trazidas pelos tropeiros, que tudo começou. Anatalino Medrado, filho do velho Dôca, foi capturado por homens na cabeceira do Sumidouro, propriedade do pai, a quatro léguas de Mucugê. “"Ele estava campeando, prendendo éguas com Teodomiro Rocha, empregado da fazenda, quando uma nuvem de poeira surgiu na estrada; eram os revoltosos”", conta Aluísio Paraguassu, historiador da cidade e sobrinho de Anísio Paraguassu, um dos heróis da força que protegeu o município.


Novo refém


Atônito, Anatalino se deixou levar pelo sargento Zuperio, homem de confiança de Prestes e líder, na ocasião, de uma potreada. O mais novo refém foi levado à presença do Estado Maior, que determinou a entrada do Destacamento Dutra na antiga vila de Santa Isabel do Paraguaçu. O local não estava na rota da Coluna, mas, de acordo com Anatalino, lá em sua terra natal todos seriam recebidos pacificamente, conforme já havia anunciado o coronel. Aquela seria uma ótima oportunidade para que a Coluna conseguisse novas armas, munições e mantimentos para seguir com a caminhada.


Já Teodomiro, após escapulir dos revoltosos, partiu em alta velocidade, a pé, para comunicar o acontecido ao velho Dôca. De acordo com Paraguassu, o coronel imediatamente autorizou que os revoltosos entrassem sem moléstia na cidade, mas não foi atendido pelos comerciantes e garimpeiros. Ninguém admitia que anos de trabalho para erguer a próspera cidade da Chapada fossem dizimados em apenas algumas horas pelos revoltosos. Nas Lavras, Coluna rimava com destruição, pânico, morte.


Sem querer assistir a um combate e a uma possível perda do filho, Dôca se refugiou na Chácara, outra propriedade do coronel que fica nas imediações da cidade e situada atrás da Pedra da Letra. Do alto de uma serra, situada entre a Pedra e Mucugê, Paraguassu ficou esperando o início do fogo. Os preparativos para a chegada da Coluna foram cercados de planos e ações de guerra a fim de evitar que a cidade fosse dominada por Prestes e sua gente. De acordo com Paraguassu, que sabe na ponta da língua as histórias passadas a ele pelo tio, um detonador foi instalado na principal entrada da cidade, chamada de Emburrado. O lagedo, que ficava sobre um trecho do Rio Paraguaçu, foi coberto por algumas pedras para esconder as dinamites ligadas ao detonador, estrategicamente instalado em uma serra próxima. “"Não se sabe o que aconteceu, mas o fato é que quando menos se esperava, os homens de Prestes já apontavam próximo de algumas casas”", relata. O plano havia falhado.


A cidade estava praticamente deserta. Na noite anterior, a maioria das famílias havia se refugiado nos garimpos próximos a Mucugê, que eram batizados pelos nomes ou apelidos dos gerentes que supervisionavam os trabalhos no local: Lessa, Beiçudo, Gobira, Mato Grosso, Capabode. “"Era perto de meia-noite de sexta-feira quando saímos às pressas para o garimpo Cabeludo, onde ficamos escondidos mais ou menos uns dez dias”", lembra Carlos Gomes Machado, 88 anos, dono de um antigo bar em Mucugê. Da época, quanto tinha 12 anos de idade, ele ainda recorda do alvoroço na cidade e de sua mãe e irmãs correndo pela trilha com várias trouxas de roupa na cabeça rumo ao refúgio. Enquanto os moradores saíam, pelo outro lado, na estrada que segue para Andaraí, chegavam alguns homens de Horácio de Matos, ávidos por mais um combate.


Aquele maio de 26 passou debaixo d’água. As chuvas na região deixaram os rios cheios, o que tornava a travessia da Coluna pela Chapada ainda mais cansativa. E assim, alertas mas já sem o vigor do início da odisséia, a vanguarda de Ary Salgado Freire, com aproximadamente 50 homens, chegava a Mucugê, abrindo caminho para o Destacamento Dutra, que contava com mais 200 revolucionários.


Lourenço Moreira Lima, em seu diário da Coluna, narra como foi a chegada: “"Nesse dia (7 de maio), o Destacamento Dutra alcançou a dita cidade de Mucugê, que fica além de uma longa e estreita garganta formada por duas altas serras pedregosas, junto ao referido Rio Paraguaçu, que foi transposto por ele. Fazia a vanguarda o major Ary Salgado Freire, que atravessou aquela garganta até perto das primeiras casas da cidade. Ao atingir este ponto, Ary foi hostilizado com violência, de frente e pelos flancos, por numerosa tropa emboscada dentro das ditas casas e nos altos das serras. O fogo do inimigo era nutridíssimo”".


Atirando a esmo


Encurralados, Ary e seus homens atiravam a esmo, pois não viam de onde partiam os disparos. A solução foi abrigar-se entre algumas pedras que ficavam na trilha até que o Destacamento Dutra adiantasse o passo e entrasse na briga, o que aconteceu momentos depois. “"O desespero era tão grande que muitos revoltosos gritavam: ‘~~Tem defunto também atirando’~~, referindo-se às balas que vinham do cemitério”", diz Paraguassu. Já estava anoitecendo quando os homens da Coluna começaram a se retirar da Volta do Morro, somando diversas baixas. Não se sabe ao certo o número de mortos, já que nenhum corpo ficou na linha de combate. De forma dramática, os revoltosos laçavam todos os companheiros atingidos mortalmente para depois jogá-los num trecho do Rio Paraguaçu, próximo à entrada da cidade, que ficou conhecido como Poço do Criminoso. Hoje, é lugar para o bom mergulho nos finais de semana.


O recuo do destacamento foi providencial. Seu Carlos Gomes Machado lembra dos relatos aliviados dos homens que defenderam Mucugê. Caso o combate tivesse continuado por mais meia hora, a munição acabaria e a Coluna tomaria a cidade. “"Só no domingo pela manhã, chegou o reforço de Xique-Xique do Igatu, enviado pelo coronel Aureliano Gondim, chefe político de Andaraí”", lembra o simpático comerciante após servir mais uma dose de cachaça para um rapaz que está interessado na conversa.


Para muitos, o Fogo de Mucugê foi fundamental para alterar as pretensões da Coluna. Mesmo fora da rota traçada, Prestes teria na cidade um forte ideal para o reabastecimento a fim de seguir rumo ao litoral, como planejado no início da caminhada. “"Mas, do alto daquelas serras, dez homens brigam com mil. Queria ver entrar”", afirma seu Carlos com um tom desafiador. Além de Chiquinho de Laurinda e Anísio Paraguassu, escreveram seus nomes na história capitão Zé Pedro, Alto Medrado, Júlio César, Manoel Landulpho e Luís Aguiar, fazendeiro herói da resistência. Estes eram os homens da cidade que, ao lado dos jagunços do coronel Horácio, conservaram intacta a cidade dos diamantes.

(Matéria Publicada no Correio da Bahia)
Versão para impressão




Raínha da Serra na Serra do Sincorá - Mucugê. (MB)



Serra do Sincorá vista do Alto do Capa Bode - Mucugê.(MB)



Salão Maestro Julio Cesar - Mucugê.(PA)


MINHA HOMENAGEM AO MEU AVÔ: - TAÍ O SEU "BODE PRETO"!
FOI BOM TER BOTADO AQUELE POVO PRA CORRER: - FEZ-SE DE BESTA! :))




Salão Maestro Júlio César - Mucugê (PA)


Rio Paraguaçu visto da ponte da usina - Andaraí (MB)



Pedras roladas no Rio Paraguaçu - Andaraí (MB)


Cemitério em estilo Bizantino - Mucugê.



Praça do Garimpeiro - Mucugê.(MB)


Campo de sempre-vivas - Gobira - Mucugê.



Jardim da casa de Lacimi - Mucugê. (MB)


Poço Encantado - Itaitê.


Poço Encantado - Itaitê.



Projeto Sempre-Viva - Mucugê (PA).



Projeto Sempre-Viva - Mucugê.(MB)



Rosa no jardim de Lacimi - Mucugê (MB).


Canion da Sandália Bordada - Rio Mucugê (MB).


Paredão da Lapa do Bode - Chapada Diamantina.


Mar d´Espanha - Mucugê.


Morro do Sobrado - Mucugê (MB)


Saida para os Campos Gerais - Mucugê (MB)



Rua do Centro Histórico - Mucugê (MB)



Centro Histórico - Mucugê. (MB)
Vista da Janela de Lacimi

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Praça e Coreto - Mucugê/Ba (MB)


Praça no Centro Histórico - Mucugê


Mucugê - um diamante na Chapada Diamantina - Cidade, arredores e cercanias.
Aqui uma Vista panorâmica.


Fotos por Marco Bastos (MB), parentes ou amigos (PA)
Fotos obtidas na Internet ou de fotógrafos profissionais.



sábado, 24 de novembro de 2012

EDWARD FLEMINSKY & SUMMERTIME

Desative o Music-Player e Stop vídeo na postagem SALVADOR SEM TIRAR NEM POR para ouvir SUMMERTIME nesse vídeo.


LINDA PINTURA, LINDA MÚSICA.


         Veja em "Tela Cheia" ------/


Born in Moscow.
Received higher technical education. Art education have not.
More than twenty years professionally engaged in painting.

In the mid-nineties was the director of an art gallery "House Vasilchikovs" in the center of Moscow on Nikitskaya. Gallery at the time was an unofficial status as one of the informal cultural centers of Moscow. As director of the gallery, I had personal contact with many interesting artists, they revealed to me the secrets of his skill. Some of them believe their teachers.

In 1999, found his face in the painting and joined the Professional Creative Union of Russian Artists. Began an active exhibition activities. Made a lot of personal and participated in many joint exhibitions. Had an original and recognizable painting style, gained the respect of critics, colleagues, lovers of painting.

Her paintings are in private collections in Russia, the USA, Canada, Britain, France, Austria, Italy, Germany, Poland, Czech Republic, Bulgaria, Greece, Serbia, Turkey, Finland, Sweden, Israel, Iraq, China, Japan, Australia and many other countries .



Not stopping there, set a challenging creative task - to find a painting of the key to the subconscious. To do this, but an active practice in painting, studying psychology of creativity, the mysteries of the subconscious. Along the way, has developed its own method of interpretation of dreams. As a result, in 2007, made a discovery which was the beginning of his professional career. This discovery changed my established views on the world, and my beautiful technique, paradoxically, has provoked a deep personal crisis. Soon, quite unexpectedly, and was reborn as an artist. Carried away by ancient civilizations and their mythology, art. In practice, trying to work with altered consciousness, striving to achieve a mystical (syncretic) consciousness, characteristic of the ancient artist. Painting has suffered a profound change. Changed the manner of genres and philosophy of perception of the world. Prior to that, almost twenty years, signed his paintings name given me at birth. But in Moscow, live and work two more artist - full of my namesake. For these reasons, took his stage name in 2008, comes a new artist - Edward Fleminsky.



2008-2009 Member and ideologue of the group of artists "The attraction of the Republic of Armenia, conducted master classes.



"In modern art there are many techniques and many artistic practices. Virtually every artist inventing his own method. But, in my opinion, of all the many techniques and methods are particularly highlighted a three-step method of Edward Fleminskogo and its related methods, when the artist is alternately works with his consciousness and subconsciousness, combining them in varying proportions. Look at his work, and you will see that this is not the usual pattern. They can look very long time without stopping. "The spot - is the key to the subconscious." This enlightened view into the unknown depths of the night of the human soul. "

Florio Faustino, art critic



Over ten years ago, listened to lectures on art history from the inside trying to understand the goals and challenges facing the contemporary artist. Acuteness of perception of self and the external processes eventually led to the emergence of a new style, large female portraits of our contemporaries. In these portraits, trying to combine a modern look, expression and romantic message of the tradition of portrait painting, revealing the inner world of man.


divulgado pelo amigo José Edward Guedes, Belo Horizonte / MG..

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ALGUNS ASPECTOS SOCIAIS DA PEDAGOGIA, DA TECNOLOGIA E DA FILOSOFIA


PALESTRA: ALGUNS ASPECTOS SOCIAIS DA PEDAGOGIA, DA TECNOLOGIA E DA FILOSOFIA
PROFERIDA POR MARCO BASTOS
Curso de Extensão de Filosofia Educação e Cultura
sala B3 da Faculdade 2 de Julho, Garcia, dia 27.10.12, às 16h.
CEPA - CENTRO DE ESTUDOS, PENSAMENTO E AÇÃO



ROTEIRO:



 1)   O CONHECIMENTO

PARA VYGOTSKY:

O CONHECIMENTO É UM PROCESSO DE INTERAÇÃO ENTRE O SUJEITO E O MEIO, SENDO O “MEIO” NÃO SOMENTE O MEIO FÍSICO, MAS TAMBÉM OS SEUS COMPONENTES SÓCIO-CULTURAIS.


2) METAFÍSICA E DIALÉTICA NA ELABORAÇÃO DO CONHECIMENTO

METAFISICA                      
                                                 elabora
------------------- > ------------------
/                                                      \
PENSAMENTO                            CONHECIMENTO
\                                                      /
--------------------- < ----------------
orienta


DIALÉTICA:

O CONHECIMENTO

elabora /                           \ orienta

O PENSAMENTO                                            O PENSAMENTO

                             condiciona \                             / dirige                           
                                 
A ATIVIDADE



  
3)ALGUNS CONCEITOS IMPORTANTES PARA O PROCESSO DE APRENDIZADO

CONSTRUTIVISMO DE PIAGET:

O SER HUMANO É CONCEBIDO COMO UM PROCESSADOR DE INFORMAÇÕES, ATIVO E EXPLORADOR, QUE CONSTRÓI SEU PRÓPRIO CONHECIMENTO E SE ADAPTA AO MEIO AMBIENTE POR MEIO DE PROCESSOS DE REESTRUTURAÇÃO COGNITIVA:

*ASSIMILAÇÃO
*ACOMODAÇÃO
EQUILÍBRIO

AS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO SÃO:

SENSORIAL E MOTORA
PRÉ-OPERATÓRIA
OPERAÇÕES CONCRETAS
* OPERAÇÕES FORMAIS.

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM INICIA-SE NO PRIMEIRO ANO DE VIDA E O “DISCURSO” SE CLASSIFICA COMO:

*LINGUAGEM EGOCÊNTRICA: REPETIÇÃO E MONÓLOGO
*LINGUAGEM SOCIALIZADA: INFORMAÇÃO, PERGUNTAS E CRÍTICA.

PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO É UM PROCESSO DE ACEITAÇÃO DE VALORES. É UM PROCESSO DIALÉTICO DE ASSIMILAÇÃO E ACOMODAÇÃO, POR MEIO DO QUAL O SUJEITO SAI DE SI E SE ENVOLVE COM O MUNDO.

O DESENVOLVIMENTO MORAL PASSA POR TRÊS ETAPAS:

*MORAL HETERÔNOMA
*RELATIVISMO MORAL
*MORAL AUTÔNOMA.

ANÁLISE CRÍTICA DO CONSTRUTIVISMO DE PIAGET:

*CONCENTRA-SE EM UMA PESSOA MÉDIA E IGNORA AS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS

*DÁ POUCA IMPORTÂNCIA À INFLUÊNCIA QUE A SOCIEDADE, A EDUCAÇÃO E A CULTURA TÊM SOBRE A PERSONALIDADE.

*A APRENDIZAGEM E O CONHECIMENTO SÃO PRODUTOS DA INTER-RELAÇÃO DA PESSOA COM OS OBJETOS/COISAS ATRAVÉS DE AÇÃO TRANSFORMADORA E NÃO DA INTERAÇÃO DO SUJEITO COM OS AGENTES SOCIAIS.

*PRESTA DEMASIADA ATENÇÃO AO DESENVOLVIMENTO MOTOR E POUCA ATENÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DA PERCEPÇÃO.

*O DESENVOLVIMENTO É DECORRÊNCIA DO PROCESSO BIOLÓGICO ASSOCIADO AO DESENVOLVIMENTO FISIOLÓGICO EM CADA IDADE.



INTERAÇÃO/ MEDIAÇÃO – ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL: VYGOTSKY

O CONHECIMENTO É UM PROCESSO DE INTERAÇÃO ENTRE O SUJEITO, E O MEIO SÓCIO-CULTURAL E FÍSICO.

DESENVOLVE-SE ATRAVÉS DE INTERAÇÕES NO MEIO SOCIAL, COM A MEDIAÇÃO E COOPERAÇÃO DE PESSOAS MAIS CAPAZES.


CARACTERIZA-SE COMO ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL A DIFERENÇA ENTRE O DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE, INDEPENDENTE E REAL, DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO APRENDIZ, E O NÍVEL MAIS ALTO DE DESENVOLVIMENTO POTENCIAL, DETERMINADO PELA SUA HABILIDADE NA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS, COM A ASSISTÊNCIA E COLABORAÇÃO DE PARES MAIS CAPAZES (PROFESSOR).

A FERRAMENTA PSICOLÓGICA MAIS IMPORTANTE É A LINGUAGEM – INICIALMENTE COMO INSTRUMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, POSTERIOR E PROGRESSIVAMENTE COMO HABILIDADE INTRAPSICOLÓGICA QUE VIABILIZA O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO E DO CONTROLE DE COMPORTAMENTO.

A LINGUAGEM É A FERRAMENTA PSICOLÓGICA ATRAVÉS DA QUAL O SUJEITO APROPRIA-SE DA RIQUEZA DO CONHECIMENTO.

CONHECIMENTO SIGNIFICATIVO DE AUSUBEL

PARA O APRENDIZADO DE REPRESENTAÇÕES, CONCEITOS E PROPOSIÇÕES, O QUE É MAIS IMPORTANTE E SIGNIFICATIVO REFERE-SE AO QUE O APRENDIZ JÁ SABE.

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO DÁ-SE PELA ANCORAGEM DOS NOVOS CONHECIMENTOS E INFORMAÇÕES AO CONHECIMENTO PRÉ-EXISTENTE.

*INCLUSÃO: PROCESSO DE VINCULAÇÃO DAS NOVAS INFORMAÇÕES AOS ELEMENTOS PRÉ-EXISTENTES NA ESTRUTURA COGNITIVA.

*SUBSENSORES: CONCEITOS RELEVANTES PRÉ-EXISTENTES NA ESTRUTURA COGNITIVA E QUE SE ATIVAM DIANTE DE UMA NOVA INFORMAÇÃO.

*ESTRUTURA COGNITIVA É O CONJUNTO DE CONCEITOS E IDÉIAS QUE UM INDIVÍDUO POSSUE EM UM DETERMINADO CAMPO DO CONHECIMENTO, ASSIM COMO A SUA ORGANIZAÇÃO.

4) QUESTIONAMENTO:

O PENSAMENTO E OS MÉTODOS PEDAGÓGICOS DO SÉCULO XX RECONHECERAM O VALOR DO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO PARA O APRIMORAMENTO E PARA DAR MAIOR EFICÁCIA AO PRÓPRIO PROCESSO DO APRENDIZADO. 
A DIALÉTICA LEVOU AO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM COMO INSTRUMENTO DE INTERAÇÃO, DESENVOLVIMENTO, INTERCOMUNICAÇÃO, MEDIAÇÃO, FACILITAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DO CONHECIMENTO.

A DIALÉTICA DO CONHECIMENTO DE CAIO PRADO JUNIOR, O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE E DE OUTROS FILÓSOFOS, SUBORDINAM-SE À NECESSIDADE DE POLITIZAÇÃO DO PROCESSO PEDAGÓGICO, ACRESCENTANDO UM COMPONENTE IDEOLÓGICO.

NO ENTANTO VIVEMOS EM UM MUNDO ALTAMENTE COMPETITIVO NO QUAL A CONDIÇÃO DE SOBREVIVÊNCIA DAS EMPRESAS RESULTA DA UTILIZAÇÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS DE ALTA EFICIÊNCIA E DE ALTO GRAU DE TECNOLOGIA. TAIS PROCESSOS CADA VEZ MAIS TÊM NÍVEIS MAIS ELEVADOS DE MECANIZAÇÃO, DE AUTOMATIZAÇÃO E DE ROBOTIZAÇÃO.

EMBORA A EQUAÇÃO DA EMPRESA, DE COBB-DOUGLAS, PERMITA-NOS VISLUMBRAR A POSSIBILIDADE DE OBTER MESMOS VOLUMES E VALORES DA PRODUÇÃO COMBINANDO DIFERENTEMENTE A DOSAGEM DE CAPITAL, TRABALHO E RECURSOS NATURAIS, A EFICIÊNCIA DOS PROCESSOS INTENSIVOS EM CAPITAL SUPERA A DOS PROCESSOS INTENSIVOS EM MÃO-DE-OBRA. S = A. Ca. Tb. (RN)c. INDÚSTRIAS DE PRODUTOS E DE PROCESSOS. AMPLIAÇÕES.

DIANTE DE UM MUNDO CUJA POPULAÇÃO CRESCENTE SUBDIVIDE-SE EM “CONSUMIDORES” E “SOBREVIVENTES” RESTA-NOS O DESAFIO DE ATENDER AS NECESSIDADES HUMANAS, ALCANÇANDO PADRÕES DE EFICIÊNCIA, CONDIÇÕES MAIS IGUALITÁRIAS E ÉTICAS NO QUE SE REFERE À VIDA E À REALIZAÇÃO DOS HABITANTES DO PLANETA.

5) OBJETIVO DA PRODUÇÃO

Em Maslow temos a identificação das necessidades humanas: materiais, biológicas, higiênicas, de moradia, de alimentação, de segurança, etc.; sociais, de pertença, de inserção social, de adaptação, de lazer, etc.; de realização intelectual, conhecimento, informação, competência, habilitação, capacitação profissional, artística, etc.; e espirituais, filosóficas, religiosas.

A satisfação a essas necessidades gera a miríade de processos de produção e todos os negócios, sem exceção, do hospital, ao armazém, à escola, à fabrica, ao crematório.

6) ALGUMAS CONCLUSÕES PESSIMISTAS:                                                    

a) Em um mundo cada vez mais povoado, maximiza-se o volume e o valor da produção intensificando o Capital e minimizando o conteúdo de Trabalho.

b) Pelo lado do CAPITAL, no extremo desse processo, vamos produzir em indústrias mecanizadas, automatizadas e robotizadas. A tendência é perpetuar as desigualdades, e as condições precárias de sobrevivência de parte significativa da humanidade. Quem controla o Capital desenvolve a tecnologia.

c) CONSUMIDORES serão incentivados a consumirem cada vez mais. Análise volume x lucro.

d) SOBREVIVENTES constituem-se na maioria que não acessa a economia de mercado, continuarão relegados à subsistência.

e) O Capitalismo quer a expansão dos mercados, o crescimento não deve ser detido e isso incentiva a que não se contenha o crescimento demográfico.

f) As Esquerdas aceitam o crescimento demográfico, por uma questão cultural e também porque mais insatisfação resulta em maior poder Político - a união faz a força.

g) Motivações diferentes conduzem à obsessão pelo CRESCIMENTO e o Capitalismo do Estado ainda é Capitalismo. Na década de 80, duas contracorrentes não resistiram: “small is beautiful” e o “crescimento-zero”.

h) O Homem do TER e do SER. É mais fácil (SER pelo TER) do que (SER pelo SER).

O Capitalismo ensinou como é o (SER pelo TER).

As Esquerdas e as Religiões procuram ensinar como é o (SER pelo SER). Tanto as esquerdas como as religiões enfrentam enormes dificuldades tanto pelas incoerências intrínsecas como pelas próprias motivações e práticas capitalistas. O TER é um chamamento muito forte.

Resulta em Assistencialismo e Misticismo.

g) ESCAPISMO:

GRANDES PROJETOS da Humanidade foram e ainda são mais importantes como fator de ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE do que propriamente pelas conquistas (Pirâmides do Egito, Maias, Muralha da China, Grandes Navegações, Viagem à Lua). No mundo atual, o Sonho das viagens espaciais é importante para o desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia que geram Bens de Consumo e Facilidades. O Homem não sairá da Terra. Condições físicas, químicas, para um ORGANISMO que se desenvolveu conforme as condições do seu HABITAT. GAIA.

O ESCAPISMO X QUALIDADE NA AUTOSUSTENTAÇÃO.
A Tergiversação e Mistificação dos Discursos.

h) NO MUNDO ONDE PREVALECEM:

* O CONSUMISMO
* O CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO

                     HÁ IMPACTOS SOBRE 

*A CAPACIDADE DE SUPORTE DO PLANETA. Degradação Ambiental e comprometimento da Qualidade de Vida.

E vamos produzir com o quê, para quê e para quem? - essa é a ponte entre o engenheiro e o filósofo.

SALVADOR SEM TIRAR NEM POR

(Desconecte o music-player na coluna à esquerda)


SALVADOR SEM TIRAR NEM POR


CÉU BONITO, TARDE DE ELEIÇÕES, UM TEMA NA CABEÇA



O ACARAJÉ NO FAROL DA BARRA




Sara - ACARAJÉ, ABARÁ E COCADAS DELICIOSAS.



ARRUMOU O CHAPÉU E GANHOU O ABRAÇO. :)) 









E AQUELE PEIXE DEPOIS DA CERVEJINHA, NÃO É? 

DE GRAVATA, TAR QUAR EM SAMPA. :))


TODOS MUITO SIMPÁTICOS 



REPERTÓRIO VARIADO E BONITO

LINDA VOZ (Maysa Ribeiro), BOM MÚSICO (Denis),








EITA MINAS GERAIS!!!...


VENTO SUDESTE






NA OUTRA PONTA, FORTE DE SANTA MARIA



O SORRISO E A PIMENTA



DISSE QUE NÃO É DE OGUM



RIO VERMELHO







À ESPERA DO MESTRE PRA RODA 
DE CAPOEIRA NO LARGO DOS AFLITOS





LARGO DOS AFLITOS









http://img2.blogblog.com/img/video_object.png


Agradeço a todos que concordaram com a divulgação das fotos.

Começo a desenvolver o tema:

" NÃO SOU BAIANO MAS TAMBÉM GOSTO DE BOTECO"

* * * 

Cara de boteco, jeito de boteco, quem quiser que pense que é boteco. Camarão, lagosta, frutos do mar deliciosos.



Painel - Tem bem uns 35 anos - um azul que transmite paz







ENQUANTO O ENSOPADINHO NÃO CHEGA







OBRIGADO PELAS FOTOS, Liê





























Vitor gostou da moqueca, né? :)

FÉRIAS EM FAMÍLIA, TAMBÉM PAULISTAS - ALEGRIA E BOM ASTRAL




* * * * * * * *

NÍVER PRA CÁ DE BAGDÁ




Mar, belo mar selvagem
Das nossas praias solitárias! Tigre
A que as brisas da terra o sono embalam,
A que o vento do largo eriça o pelo!

* * *
(Palavras ao Mar - Vicente de Carvalho)


NIVER PRA LÁ DE BAGDÁ :))
Parabéns, Yana.


* * * * * 

NUM ALMOÇO NO BOTECO









ALÉM DO MAIS É RESTAURANTE ESCOLA


PRA ONDE SE OLHA, A VISTA É BELA









ENTRADAS, SALADAS, PRATOS FRIOS E QUENTES 
COZINHA INTERNACIONAL E REGIONAL


AGORA SIM, COCADINHA BRANCA DE CÔCO. :))


PELO LADO DE FORA TAMBÉM É BONITO


DESPENCOU NÃO! ... :))

 OS FESSÔ DAS ENGENHARIAS ERA BONZINHOS!!!
MOMENTO DE INÉRCIA NA BAHIA, SÓ SE FÔ ASSIM.





* * * * * 

CHEGANDO COMO QUEM CHEGA




EITA NETA BONITA, E O SORRISO ENTÃO...




DIQUE DO ITORORÓ, ALI FORA DA VARANDA

DEMORA UM POUCO MAS CHEGA, MONALISA


AFINAL TEM QUE TER UM PRA CUIDAR DO COLESTEROL 
PRONTO! O ARROZ BRANCO TIREI DA FOTO. :))



* * * * * *