segunda-feira, 12 de maio de 2014

FUI MEXÊ NUS MARIMBONDO DU TEIADO QUI NUNCA MI DEXA MENTI

FUI MEXÊ NUS MARIMBONDO DU TEIADO QUI NUNCA MI DEXA MENTI, i quando fui atrás dumas poesia, me alembrei dus tempo qui eu mais meu irmão trabaiava na enxada lá prus lado da Chapada, como tô aí na foto 1. Mai du trabaio memo só vô falá dum piquete qui abri pra modi u seu dotô dá di comê à cem cabra di leite na sua roça, lá naquele beira-rio. Deu as ordis, foi viajá em romaria ca madame i pagá umas promessa lá prus lado di Bom Jesus da Lapa. Levô seis meis, pruquê, como disse, as promessa eram muitas. Quando vortô tava tudo prontim i nus conforme qui océis podi vê na foto2, rs. Inda hoje, já lá si vão mais di treis lustros, i ele ainda caça u gerente du banco pra modi podê comprá as baraúnas prus morão da cerca du pastim qui fiz na enxada, nu enxadão, na chibanca i na estrovenga. rs. Veja oceis a maravia qui é essa Chapada i qui u trabaio era pesado - pra muita terra i poca cabra. rsrs.
.
Já a otra lembrança foi dum passei qui fiz pra conhecê as cachoeira da redondeza. Das que mais gostei, uma foi a do Véu da Noiva e a otra a cachoeira do Ferro Doido, légua i meia adespois du Morro du Chapéu. Dessas uma, pra num cansá oceis di tanto vê foto, só dexo essa poesia qui ela mi inspirô:

LUÁ NUS SEUS CABELO.


eita nóis, qui bão qui é
vê a lua qui bria nu paió.
us óios num tem visão mió
qui a lua briando nus seus pé.

desmancho suas trança dus cabelos
i façu uma cortina pros meus óios
óio prá dentro u seu corpo di muié
i prá fora, as nuvis di prata casu houvé.

pras oreias dô u brinco Sete-Estrêlos
prás estrelas vão as areias dus abróios
das flô di chita, na buniteza da sua saia,
vem u chero qui dá chero à nossa paia.

nu, merguio nus seus óios poços d´água
riacho, desço us montis da sua serra
na caia, a juriti si móia nas anágua
na pele-flô do sol-si-pô da nossa terra

nóis i a lua nu ermo acorda us bicho
urra a onça lá na mata tão sem mágoa
desata us grilo e u cavalo nu relincho
a maritaca canta i no canto si deságua.

agora a lua qué vê onde eu ti ponho
calaru us bichos i não us meus disvelus
óia da janela i alumia nus seus sonhos
i eu fico a vê - u luá nus seus cabelus.

Marco Bastos.



FOTO 1
FOTO 2

segunda-feira, 14 de abril de 2014

DIVULGAÇÃO - REVISTA EISFLUÊNCIAS - Nº 28 - abril/2014



A todos, uma boa leitura:

http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/eisFluencias_Abril_2014_4_28.htm


Informação nº 02/2014/Abril

Estimados leitores,
É com imenso prazer que lhes trazemos a Revista eisFluências do mês de Abril/2014 na sua 28ª edição bimestral.  A todos os digníssimos autores que nos têm acompanhado nestes 4 anos de edição agradecemos a prestimosa e honrosa colaboração. A todos os leitores que nos têm agraciado com as suas mensagens de apoio e incentivo manifestamos também a nossa gratidão.  
Revista eisFluências de Abril/2014
Para Ler a Revista clicar em:
  
Sumário da Revista:
CONVIDADO DO MÊSRejane Machado - "A FRUTA DENTRO DA CASCA-Oleg Almeida e sua Antologia Cosmopolita" 
Anderson Braga Horta - "O BENZEDOR DE COBRAS"
 António Justo"SOU EMIGRANTE COM ASAS DE ARRIBAÇÃO"
Ary Franco (O Poeta Descalço)"PRECONCEITO"
Carlos Lúcio Gontijo - "A BÊNÇÃO, NEGRA CAROLINA!"
Clóvis Campêlo -  "UM POUCO DE REDUNDÂNCIA, POR FAVOR!"
Faustino Vicente"DINHEIRO MOTIVA?"
Felipe Aquino - "COMO VOCÊ CORRIGE AS PESSOAS?"
Floriano Martins - "O SURREALISMO EM PORTUGAL"
Humberto Pinho da Silva"CAÍA NEVE NA CIDADE…"
João Bosco Soares dos Santos - "O MENINO-SOL"
José Ribamar Bessa Freire - "ANA E OS LADRÕES DE ÁGUA"
Marco Bastos - Divulgação e comentários sobre "CRÔNICA DE MARA NARCISO”
María Sánchez Fernández - "HOMENAJE AL POETA DE LA MELANCOLÍA"
Nicolau Saião - "A MORTE NO JARDIM" - No aniversário do falecimento de Max Ernst 
Nuno Rebocho - "CIDADE VELHA, NA ROTA DO TURISMO"
Olegário Venceslau da Silva - "POETAS DA CHÃ PRETA"
Roberto Romanelli Maia - "PRÍNCIPES & PRINCESAS QUE VIRAM SAPOS"
Silas Correa Leite - "LUPICÍNIO RODRIGUES, ROMÂNTICO E BOÉMIO" - Texto-Homenagem
Urda Alice Klueger - "SESQUICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA"
Walter da Silva - "TRADIÇÕES, CONTRADIÇÕES (77)"

Todas as Revistas já editadas, podem ser consultadas a qualquer momento na FÉNIX, sob o link que criámos para o efeito: http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/publicacoes.htm
 
Mais uma vez, solicitamos que usem o Livro de Visitas em vez dos habituais mail’s que nos endereçam, aos quais, devido à quantidade, nem sempre podemos responder. Os vossos prezados comentários são incentivadores para nós!
 
Nunca será demais repetir que ficaremos sempre gratos se cada leitor fizer a divulgação que lhe for possível no seu site ou blogue, se o tiver, ou por qualquer outro meio ao seu alcance.
Esperando que tenham uma agradável leitura, e gratos por estarem connosco,
as nossas Saudações Literárias!
 
Em nome de toda a equipa que faz a eisFluências,
O Director
Victor Jerónimo
(Portugal/Brasil)
A Directora Cultural
Carmo Vasconcelos
(Portugal)
O Web Designer
Henrique Lacerda Ramalho
(Portugal)
A Proprietária
Mercedes Pordeus
(Brasil)

Em 15 de Abril/2014



segunda-feira, 17 de março de 2014

LAGARTIXA E DINOSSAURO

ABRI O BAÚ PARA OLHAR A LAGARTIXA E ENCONTREI O DINOSSAURO

 GERAÇÃO ACADEMIA EXPORTANDO

 LIPÍDEOS PARA O CÉRBERUS 

 quadrúpedes, bípedes,

 bísseps sem miastenia, rabos de serpente.
 - o gato mia, pia a cotovia, gente!!!... 

 Marco Bastos.


 Vim dali assustado com a linguagem dos poetas, de coração a coração: Versos inflamados, linguagem com filigranas de ouro, emoção à flor da pele que apodrece a polpa do abacate e mantem a casca intacta: joio e trigo na mesma cesta - poetas e políticos a criarem versões douradas para os fatos puru_lentos - desmanche gradual do que é sólido em direção à utopia... Tiro no escuro sem olhar que ardem as barbas do vizinho!

domingo, 16 de março de 2014

TRÍVIOLETRAS: SÓ & UM

TRÍVIOLETRA (TI): SÓ & UM

S ó, eu escrevi // num cubinho. // - É só escrever assim
Ó s três versos // (dois por/pra você // dois de mim).

U m face um // Agora eu sorri // com alegria...
M entira // face dois // faltou-lhe perceber e chovia.

Marco Bastos (TI)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

REVISTA EISFLUÊNCIAS - Nº 27 - FEVEREIRO 2014

DIVULGAÇÃO: REVISTA EISFLUÊNCIAS FEVEREIRO 2014.




http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/eisFluencias_Fevereiro_2014_4_27.htm

SUMÁRIO: PUBLICAÇÕES DE FEVEREIRO.2014:
Informação nº 01/Fevereiro/2014

Estimados leitores,

É com imenso prazer que lhes trazemos a Revista eisFluências do mês de Fevereiro/2014 na sua 27ª edição bimestral. A todos os digníssimos autores que nos t...êm acompanhado nestes 4 anos de edição agradecemos a prestimosa e honrosa colaboração. A todos os leitores que nos têm agraciado com as suas mensagens de apoio e incentivo manifestamos também a nossa gratidão.

Revista eisFluências de Fevereiro/2014

Para Ler a Revista clicar em:
http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/eisFluencias_Fevereiro_2014_4_27.htm

Sumário da Revista:

CONVIDADO DO MÊS - Urariano Mota - "O Menino e sua namorada"
Alberto Cohen - "Aquele olhar"
António Carlos Mongiardim G. Saraiva - "Pensamentos quânticos"
António Justo - "Padrões portugueses da emigração - Cinquentenário dos portugueses na Alemanha"
Arnaldo Saldanha Abreu - "Transparências e outros anexos"
Ary Franco (O Poeta Descalço) - "Trégua & Bandeira Branca"
Carlos Lúcio Gontijo - "Por um outro jornal"
Carmindo Pinto de Carvalho - "A minha Lisboa"
Clóvis Campêlo - "A noite estrelada"
Faustino Vicente - "Carnaval - Festival de Artes"
Felipe Aquino - "Como evangelizar seus filhos?"
Humberto Pinho da Silva - "Isaura Correia Santos - Uma alentejana de Alegrete"
Humberto Rodrigues Neto - "A origem dos espíritos"
Isabel C.S.Vargas - "Os avós, os netos e a interação de gerações"
Jorge Cortás Sader Filho - "Girassóis"
José Ribamar Bessa Freire - " Maranhão - De Vieira a Sarney"
Marco Bastos - "O Psiquismo, a Propaganda e o Poder"
María Sánchez Fernández - "Un escritor andaluz en el Caribe"
Mario Rezende - "Esperando por ela"
Mercedes Pordeus - "Mercedes Pordeus no Paço do Frevo"
Nicolau Saião - "Três incursões no escuro da noite e do sol"
Silas Correa Leite - "Todo escritor verdadeiramente louco sonha uma biografia não autorizada?"
Urda Alice Klueger - "Revivendo 2"
Walter da Silva - "Tradições, Contradições (58)"

Todas as Revistas já editadas, podem ser consultadas a qualquer momento na FÉNIX, sob o link que criámos para o efeito: http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/publicacoes.htm

Mais uma vez, solicitamos que usem o Livro de Visitas em vez dos habituais mail’s que nos endereçam, aos quais, devido à quantidade, nem sempre podemos responder em tempo. Os vossos prezados comentários são incentivadores para nós!

Nunca será demais repetir que ficaremos sempre gratos se cada leitor fizer a divulgação que lhe for possível no seu site ou blogue, se o tiver, ou por qualquer outro meio ao seu alcance.

Esperando que tenham uma agradável leitura, e gratos por estarem connosco,

as nossas Saudações Literárias!

Em nome de toda a equipa que faz a eisFluências,

O Director
Victor Jerónimo
(Portugal/Brasil)

A Directora Cultural
Carmo Vasconcelos
(Portugal)

O Web Designer
Henrique Lacerda Ramalho
(Portugal)

A Proprietária
Mercedes Pordeus
(Brasil)

Em 15 de Fevereiro/2014

REVISTA EISFLUÊNCIAS, O QUE É E QUEM SOMOS:
http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/quem_somos.htm

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

REVISTA eisFluências N.26 - dezembro/2013

Revista eisFluências de Dezembro/2013 

Para Ler a Revista clicar em:

http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/eisFluencias_Dezembro_2013_4_26.htm

Sumário da Revista:

CONVIDADO DO MÊS - Fahed Daher - "CONHECER-SE A SI MESMO"...
António Justo - "NELSON MANDELA – UMA LENDA NOS MEANDROS DO PODER"
Ary Franco (O Poeta Descalço) - "MINHA PAZ, NOSSA PAZ!"
Carlos Lúcio Gontijo - "MEDALHA NO PEITO DA PESSOA CERTA"
Antonio Carlos Mongiardim Gomes Saraiva - "LOUVA-A-DEUS"
Clóvis Campêlo - "A DOR DE UMA SAUDADE"
Faustino Vicente - "VANDALISMO DO 4º SETOR"
Humberto Pinho da Silva - "BRINCANDO AO SOL"
Humberto Rodrigues Neto - "GUERRA CONTRA O PAPA"
Irene Mercedes Aguirre - "SABIDURÍA - A Confucio (siglo VI)"
Isabel C.S.Vargas - "TEMPO DE SER FELIZ "
João Bosco Soares dos Santos - "AFETO E TERNURA"
Jorge Cortás Sader Filho - "DUDA"
José Ribamar Bessa Freire - "DOM WALDYR, O NOSSO BISPO"
Marco Bastos - "EM TUDO"
María Sánchez Fernández -"PREMIOS PRÍNCIPE DE ASTURIAS 2013"
Nuno Rebocho - "QUANDO BUZINAM OS TÁXIS DA TRISTEZA"
Roberto Romanelli Maia - "O ORGASMO FEMININO UM REMÉDIO NATURAL E NECESSÁRIO"
Urda Alice Klueger - "ROUBARAM-LHE O MAR!"
Walter da Silva - "TRADIÇÕES, CONTRADIÇÕES (90)"

Todas as Revistas já editadas, podem ser consultadas a qualquer momento na FÉNIX, sob o link que criámos para o efeito:

http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/publicacoes.htm

e onde o respectivo Livro de Visitas aguarda os vossos prezados comentários. Eles são incentivadores para nós!




EM TUDO
Marco Bastos

Dia se abre sem cadeado.
- canto se canta canto entoado.
riso se ri rindo de tudo.
- tempo de si, sol sobre tudo.
Mundo se mudo é tudo absurdo.
- fala que a fala cala no fundo.
venta que o vento só é movimento.
- sente o sentir do vir e do ir.
Eu nesse canto quanto me encanto
se verso o sabor de um verso de amor...
- em tudo...


Múltiplas e variadas são as línguas e as linguagens, há muito tempo entendidas, intuitiva, apriorística, ou formalmente, como instrumento de comunicação entre pessoas, povos, ou grupos.  Toda língua resulta de uma convenção entre aqueles que a conhecem e dominam, podendo adquirir características modificadoras para, além de portar pensamentos, o fazer de forma diferenciada em estilos. São estruturadas a partir de signos que se dão a conhecer pela forma, pelo som, por sinais impressos, acústicos, gestuais, ou visuais com função “significante”, e a esses signos associam-se conceitos denominados “significados”, que aos signos emprestam um valor lógico de conhecimento e de reconhecimento, técnico ou estético. O signo ao transportar ideias e pensamentos vem a se constituir no elemento da “palavra” – unidade do discurso.

 "Os significados das palavras fornecem a mediação simbólica entre o indivíduo e o mundo, ou seja, como diz VYGOTSKY (1987), é no significado da palavra que a fala e o pensamento se unem em pensamento verbal. Para ele, o pensamento e a linguagem iniciam-se pela fala social, passando pela fala egocêntrica, atingindo a fala interior que é pensamento reflexivo".

A partir desse ponto, da metalinguagem, da linguagem que fala da linguagem, ou de uma linguagem, tentando explica-la beiramos o conceito da tautologia, no sentido da coisa que se explica a partir de si mesma. “A fala interior é pensamento reflexivo”, e não se consegue pensar sem recorrer às palavras.

E tudo seria tão simples, linear e racional caso não houvesse “denotação” – “palavras em estado de dicionário”, no dizer de Drummond – significado mais próximo de sua expressão literal; e “conotação” - sentido mais geral que se pode atribuir a um termo abstrato, além da significação própria. Ou seja, a palavra se modifica no contexto em que se insere, ganhando novos ou múltiplos significados, plasticidade denominada polissemia, em que a mesma palavra não é sinônima de si mesma por conter significados diferentes.

Há diversificação com origem na geografia, há bairrismos adaptando as linguagens a quase dialetos, há diferenciações por áreas do conhecimento a exemplo da linguagem própria dos poetas, do advogado, do médico, do engenheiro, etc.

 A Comunicação se estabelece entre emissores e receptores pela difusão de mensagens por meio da línguagem convencionada que percorre um processo vivo de codificação, de divulgação ou de propagação, e de decodificação de significados que representam ideias, pensamentos, percepções, e sensações.

Enquanto na prosa predominam as características denotativas das palavras, os poemas se valem com frequência de recursos conotativos. Inventam metáforas, metonímias, figuras de linguagem e de estilo, formas de expressão variadas a ponto de ser a poesia por vezes definida como “Poesia é a maneira poética de se dizer”.  E, no entanto, tal assertiva não é vazia de significado nem é tautologia viciosa no momento em que “maneira poética de dizer” passa a corresponder a uma linguagem que distancia o significado da mera adjetivação.

A literatura descobriu a potência do discurso bem antes da sistematização Semiótica. Para ela, “a mentira repetida mil vezes não se converte em verdade” – a repetição mecanicista simplesmente desfaz os significados, tornando o discurso vazio. A palavra eleva-se à condição de matéria prima para a elaboração da arte, e a Arte ultrapassa os limites do aparentemente belo. A adjetivação perde a sua importância desde que ser linda é imanente à própria rosa, e adjetiva-la significa admitir que a característica que lhe é inerente possa não existir. Do classicismo deslocou-se para o gongorismo, para o parnasianismo, para o simbolismo, para o modernismo, sempre em busca de suas “verdades”.

As Sociedades percebem na linguagem seu alto poder de mudança e de alinhamento de vontades que se converte em poder político no “discurso” de Foucault, composto de sequências semióticas (relações entre sinais) entre objetos, assuntos, e declarações.

Noam Chomsky distingue entre Estruturas Profundas e Estruturas de Superfície que supunha desempenhassem com relação à linguagem o papel que as teses de Freud e Marx desempenharam com relação à mente e à sociedade, respectivamente. A “estrutura profunda”, como Chomsky a definiu em “The Current Scene in Linguistics” (1966), é “a forma abstracta subjacente que determina o significado da frase”. Chomsky escreve sobre a Manipulação Midiática.

Quanto à poesia, há sinalização que indica evolução na direção de uma linguagem gestáltica, substantiva, a envolver aspectos míticos, místicos, subliminares, psicológicos, sociais, éticos e estéticos que permeiam o fazer poético, levando-o para além do semântico para expressar o homem atual em toda a multiplicidade de movimentos.

Marco Bastos



Marco Bastos é Engenheiro Mecânico. Professor em Escolas de Engenharia e de Administração de Empresas (até dez/2011). Pós Graduação em Docência no Ensino Superior. Membro do Conselho de Redação da Revista eisFluências desde outubro 2009. Escritor e pintor amador.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

PETITE FLEUR

AS DUAS INTERPRETAÇÕES PODEM SER OUVIDAS SIMULTANEAMENTE.
DEIXE TRANSCORRER 20 SEGUNDOS DA VERSÃO DE SIDNEY BECHET E ACIONE SANDOR BENKÓ NESTE TEMPO.
FICA BOA A SUPERPOSIÇÃO DAS DUAS INTERPRETAÇÕES.