quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

AVE MARIA - CATEDRAL SAGRADA FAMÍLIA - CELINE DION

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5 comentários:

José Edward Guedes disse...

O agnóstico tá dando lugar ao homem que tem fé? As pessoas que têm fé são mais felizes, noto isso. Há uma tremenioda sabedoria e humildade quando alguém diz "não sei" como é o princípio básico do agnosticismo. O problema é que nunca vi um agnóstico feliz. O ateísmo, eu estou até hoje procurando saber onde fica a igreja dos ateus, pois é a mais nova forma de religião disfarçadamente disfarçada que é no crer no não-Deus. Sem fanatismo, nem nada, rezar a Ave-Maria e o Pai-Nosso é o único caminho que encontrei, a minha igreja fica no meu quarto, na calçada, no sofá da sala... Acho que é isso. Abraços, Marco!

Marco Bastos disse...

O não-Deus não se coaduna com o panteísmo. O agnosticismo é filosófico. Pode-se presumir a existência e ao mesmo tempo reconhecer a impossibilidade de conhecer (tudo). Eu penso um Universo tão grande que acho presunção e vaidade do homem considerar que poderá vir a conhecê-lo na sua totalidade. Na Via Láctea há bilhões de planetas e no Universo há bilhões de galáxias. Há propriedades da matéria que são universais e de certa forma avançamos um pouco nesse conhecimento. Tais propriedades impedem que alguma coisa seja uma coisa de qualquer maneira. Mas no entanto, não consigo pensar na intencionalidade e na inteligência da matéria. Quem tudo pode, pode fazer com que tudo seja como é a sua intenção, desde que se comporte conforme a sua consciência. Os materialistas consideram que o homem é a Natureza (a matéria) que tomou consciência de si. Não encontro lógica para que se tenha consciência do que não se conhece. E por aí vai (e tem que se ir muito longe). Eu sou altamente refratário e resistente aos dogmas, José Edward. Abraço.

maria inez disse...

A genialidade de Gaudi, a sensibilidade de Schubert, a musicalidade de Bach e a delicadeza de Celine Dion se completam, transformando este momento em algo divino.

José Edward Guedes disse...

As guerras, as intermináveis querelas, sempre parceiras do homem desde que o mundo é mundo, mostra que evoluímos apenas tecnicamente; no terreno psicológico continuamos animais ferozes, mesquinhos, egoístas, vaidosos e interesseiros. Quanto e também à existência ou não de Deus, devido à toda essa ambiguidade, fico com Einstein "diante de Deus somos igualmente sábios e igualmente tolos". A verdade é que o mundo está todo dividido, os rótulos estão aí cumprindo bem o seu papel, eu sou preto, você, amarelo, eu sou católico, você, agnóstico, eu sou Vasco, você, Galo, eu sou africano, você, índio sueco, eu nado em dinheiro, você, batalha pouca grana ou nenhuma, você canta de galo, eu apanho mais que roupa no tanque... tudo dividido... só a união entre os homens é que poderá trazer paz. A internet pode ser uma, já que para os políticos e para as grandes organizações a divisão é altamente benéfica, ela só traz benefícios aos seus interesses escusos e sujos; a diversidade é uma boa, os japoneses por terem os olhos fechadinhos não trazem problema nenhum, as diversas espécies de flores que existem num jardim não faz com que uma espécie se gabe que é mais bonita... União, Marcos! Quiça, como disse Krishnamurti há 43 anos numa palestra para jovens estudantes americanos "a internet é a única solução para a questão da divisão - causa de todas as desgraças, quer no mundo racional, material e espiritual. Curioso, alguém riu durante a palestra assim que o grande pensador mencionou ser o computador a única solução, Krishnamurti disse "não riais, essa é a única solução". Abraços, Marco. O papo é bom, complicado para quem não tem paciência e simples para quem tem o coração aberto.

Sueli Fajardo disse...

A sensibilidade humaniza e dá sentido à nossa existência, ao mesmo tempo que quebra paradigmas, rebela-se e nos torna mais sábios. As artes em geral e a literatura possuem essa capacidade por serem, mais do que construção, essência. Belíssima postagem.